Pessoal,
Por motivos de força maior tive que me ausentar um pouco do Blog! Mas em breve voltarei com mais festas na agenda, notícias e matérias pra vcs…
Próximo tópico – AGOSTO: 40 anos de Woodstock, Abbey Road e os floridos 69´s

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Durante a sua permanência no planeta Terra os Maias ensinaram-nos os segredos do tempo galático, cientes dos ciclos lineares limitadores a que todos nós, seres humanos, fomos submetidos.
Sabiam que tínhamos perdido a habilidade natural de perceber os ciclos de Luz Cósmica ao longo de nossa existência, e que esta forma linear do tempo atual é controladora e esconde os verdadeiros aspectos multidimensionais do tempo.
A contagem do tempo Maia baseia-se em 13 ciclos lunares de 28 dias por ano solar, perfazendo 364 dias, mais um chamado de ‘Fora do Tempo’, entre o Ano Velho e o ano Novo. Pelo calendário Maia, o dia fora do tempo é o dia 25 de Julho.
Os Maias consideravam este dia como uma grande oportunidade de reciclar, recomeçar, recarregar as energias, libertar o que já não é mais preciso, agradecer por tudo o que foi recebido no período anterior em todos os aspectos. Agradecendo inclusive os momentos menos bons, pois são, também eles, aspectos importantes na nossa aprendizagem e evolução como seres humanos cuja essência é espiritual.
No dia 26 de Julho recomeça um novo ciclo com o nascimento astronômico de Sirius, que se eleva no horizonte juntamente com o Sol, trazendo uma energia de limpeza e purificação interior, trabalhando os nossos corpos sutis, principalmente o emocional.
O novo ciclo será regido pela Lua (Lua Planetária Vermelha) estimulando a necessidade de limpar a casa, relacionamentos, pensamentos, medos, culpas, tristezas, mágoas e dando início ao novo ano que entra.
Muitos acreditam que seguindo este calendário estaremos a mudar a nossa frequência e participar da campanha para um novo tempo, o tempo real da harmonia e da Paz, onde o tempo deixa de ser dinheiro para ser arte.
O Calendário da Paz é a única ferramenta que permite sairmos da frequência artificial para a sincronicidade da Lei do Tempo e a frequência natural 13:20, que rege o nosso Sistema Solar e toda a Galáxia. O calendário de 13 luas de 28 dias é uma medida de exatidão biológica da órbita do nosso planeta ao redor da sua estrela, o Sol. É um padrão de medida perfeito que coordena e sincroniza as fases da Lua com os ciclos galáticos e o tempo. Continue lendo ‘25 de Julho: O DIA FORA DO TEMPO’
Criada em 1996, na CALIFORNIA, e desde 2000 no Brasil, a Earthdance é uma ONG internacional sem fins lucrativos, que anualmente promove um evento sincronizado em diversos países de todos os continentes, com o objetivo de custear causas humanitárias em prol da paz, tendo como ferramenta a dança e expressões artísticas e culturais que permeiam o universo da música eletrônica no mundo. Anualmente, a organização escolhe parceiros responsáveis em cada país (chamados Embaixadores) e os incentiva a realizar um evento de cunho humanitário e pacífico com a bandeira Earthdance, disseminando consciência social e ecológica e arrecadar fundos para a paz mundial.
Em todo o mundo, cada evento beneficia ONGs e/ou instituições de caridade que trabalhem com o meio ambiente, crianças carentes, tribos indígenas ou jovens urbanos. Para o ano de 2009, o tema escolhido é “Blessing the Children”, transmitindo a idéia da sustentabilidade como o melhor caminho de preservarmos o mundo para as gerações futuras. Nesse ponto, a organização também propõe um debate: o que está sendo feito para que as próprias crianças aprendam a fazer um mundo melhor? Ao escolher a ONG Makanudos do Javeh, buscamos incentivar ações que coloquem as crianças em um patamar inteligente de convivência com o planeta.
Desde 1997, o evento cresceu mais de seis vezes em tamanho e foi descrito pela mídia especializada em música como “O Dance Aid do novo milênio”. Desde 2000, mais de 30 mil reais já foram doados pela Earthdance em festas organizadas pelo Zuvuya.net em parceria com diversos outros núcleos. Desde 2007, a 4iDeas! Productions assumiu a produção do evento em São Paulo, sendo também a coordenadora geral das Earthdances que ocorrem em todo o Brasil.
No final de semana dos dias 26 e 27 de setembro, aproximadamente 200 mil pessoas pelo mundo unem suas energias no maior evento sincronizado de música eletrônica no mundo, utilizando a interação entre música e seres humanos, e as batidas do psytrance para lutar por um mundo melhor. No Brasil, a celebração acontece também em Vitória, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Brasília e Teresina.
Mas porque 13 de julho? Foi no dia 13 de julho de 1985 que um cara chamado Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, organizou aquele que foi sem dúvida o maior show de rock da Terra, o Live Aid – uma perfeita combinação de artistas lendários da história da pop music e do rock mundial.
Além de contar com nomes de peso da música internacional, o Live Aid tinha um teor mais elevado, que era a tentativa nobre de conseguir fundos para que a miséria e a fome na África pudessem ser pelo menos minimizadas. Dois shows foram realizados, sendo um no lendário Wembley Stadium de Londres (Inglaterra) e outro no não menos lendário JFK Stadium na Filadélfia (EUA).

Os shows traziam um elenco de megastars, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madona, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando uma audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores em todo o planeta, em cerca de 140 países. Ao contrário do festival Woodstock (tanto o 1 como o 2), o Live Aid conseguiu tocar não somente os bolsos e as mentes das pessoas, mas também os corações.
No show da Filadélfia, Joan Baez abriu o evento executando “Amazing Grace”, com cerca de 101 mil pessoas cantando em coro o trecho “eu estava perdido e agora me encontrei, eu estava cego e agora consigo ver”. Este show marcou também a única reunião dos três sobreviventes da banda Led Zeppelin, Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones, com a presença ilustre de Phil Collins na bateria.

No final deste show, Mick Jagger e Tina Turner juntos, cantando “State of Shock” e “It’s Only Rock and Roll”, com Daryl Hall, John Oates e os ex-integrantes dos Temptations, David Ruffin e Eddie Kendrichs fazendo os backing vocals. Foi realmente um momento único na história do ROCK!

O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares, totalmente destinados ao povo faminto e miserável da África. Isso é a cara do ROCK AND ROLL! ATITUDE!!

Fonte: www.portaldorock.com.br
Para o tempo,
Para a vida,
Para o vento.
Para descansar,
Para sorrir,
Para apagar.
Param as águas,
Para o sol,
Para o mar.
Para esquecer,
Para renovar,
Para refazer.

Para quê parar?
Para cada instante eternizar.
Para pra pensar,
Para desabafar,
Para esquecer,
Para sorrir,
Para perdoar.
Para para amar…
Hoje o céu amanheceu cinza, frio e triste.(Colaboração: Joyce Fernandes)
Vence no final deste mês o incentivo que o Governo Federal deu para a compra de carros novos, através da redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). O Governo já sinalizou que pretende prorrogar o benefício. Porém, entendemos que esta é uma oportunidade única para se criar no Brasil um incentivo econômico real para a produção de carros menos poluentes.
Da maneira como foi criado esse benefício é um verdadeiro incentivo para poluir, uma vez que a redução de imposto também contempla veículos de baixíssima eficiência energética e que usam exclusivamente combustível fóssil.
Continue lendo ‘Incentivo Para Poluir (+ ou – , depende de vc!)’
Nosso corpo é um lugar de experiência vital. Somos afetados nele pelos acontecimentos do mundo e, de nossa parte, afetamos os outros e o próprio mundo. Inconscientemente, descarregamos emoções e sentimentos como raiva, frustrações, insegurança e medo em nosso corpo. Essa descarga energética involuntária, fruto (quase) natural do convívio humano, provoca estagnação energética (“nódulos energéticos”) e é responsável por muitos dos desconfortos físicos, mentais e emocionais que sentimos.
A palavra EMOÇÃO significa “posto em movimento” – “em moção”. As emoções não expressas ao longo de nossas vidas ficam retidas em nosso corpo, formando contraturas e couraças musculares. Cada tipo de emoção é armazenado em um ponto específico no corpo, e estas emoções, entre outros componentes, são formadores da memória celular.
O tratamento de liberação emocional pelo Reiki age na ativação da memória celular, ligada à cadeia muscular, liberando estes bloqueios emocionais guardados ao longo de anos, e removendo a energia doente. Ele atua em todo nosso corpo emocional, e consequentemente, em todas as doenças de fundo emocional como síndromes, fobias, medos, depressão, estresse, desequilíbrio, insônia, nervosismo, etc.
O Reiki, ao eliminar as memórias celulares negativas no corpo físico, limpa o nosso passado emocional, elevando nosso padrão de pensamento, liberando sentimentos e recuperando o equilíbrio energético e a força vital dos nossos órgãos, devolvendo a memória de nossa saúde original.
A liberação da energia emocional no tratamento com o Reiki descarrega sentimentos e tensões acumulados, abrindo caminho para um maior entendimento, percepção e visualização de situações de conflito, nos preparando para lidar melhor com as manifestações de nossas emoções e de outras pessoas, refletindo-se numa melhora imediata em nossas vidas e relacionamentos em geral.
A energia do Reiki faz parte da Energia Criadora do Universo, desta teia energética que nos envolve. E, focando-a com sentimentos de alegria, amor e gratidão, estaremos afastando automaticamente o negativo e o desequilíbrio, seja qual for sua forma de manifestação.
(fonte/fragmentos: Aura – Reiki II: Emocional)
(Colaboração: Joyce Fernandes)

O CINE-CLUBE SOCIOAMBIENTAL CRISANTEMPO é um lugar dedicado a reflexão e difusão da consciência socioambiental.
Sediado na SALA CRISANTEMPO, soma à sua tradição e nicho nas artes uma nova frente de ações propositivas que ampliam os espaços de discussão e o esclarecimento sobre mudanças de hábitos que se demonstram inadiáveis para a otimização da relação humana com os bens naturais do Planeta.
Os filmes e documentários do Cineclube Socioambiental são muito interessantes e instigantes. E claro, por isso não são veiculados na Globo ou outro canal da TV aberta, muito menos em cinemas comuns! No dia 24 de junho, haverá uma palestra com André Soares, do IPEC. Pra quem assistiu ao DVD, ou esteve no BOOM FESTIVAL de 2006, pôde conferir e conhecer o trabalho maravilhoso do Instituto.
As sessões rolam sempre às quartas-feiras, com ENTRADA FRANCA! Confira abaixo a programação de todo o mês de junho:
Continue lendo ‘Cine-Clube Socioambiental (Sala Crisantempo)’
Vasculhando uns arquivos velhos aqui, reencontrei esse texto e achei interessante dividir com vocês… Afinal, palavras positivas fazem bem SEMPRE, não é verdade?
Há muitas razões para você ter medo de tentar. Muitas razões para falhar, muitas razões para desistir, muitas razões para voltar à sua concha e esperar a vida se esgotar. Aos poucos. Jogando fora um dia de cada vez.
Sim. Há muitas razões para acreditar naquela voz, dentro da sua cabeça, que tenta anular você, corromper seu potencial e convencer você de que é um desperdício tentar dar o próximo passo. Essa voz diz: “Para que escrever a própria história? Assista TV, e viva a história de outros, coma mais e não se exercite, para destruir sua principal máquina de mudar seu mundo; esqueça o amor, anule-se.” Estas são as mensagens que tentam derrubar você.
Há muitas razões para desistir. Todas, absolutamente todas, falsas.